Sábado, 18 de Julho de 2009

ESPIA SÓ!


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Bebê chorão, Musica composta por Joãozinho Xixica (ITAPETIM). Clip feito com crianças e pessoas conhecidas, na base do improviso, devido a falta de equipamentos adequados.
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Lima Junior declamando o poema SERTANEJO, de sua autoria, em festival de violeiros de Tuparetama, dia 11 de abril de 2006.

Sexta-feira, 17 de Julho de 2009

Homenagem ao poeta Valdir Teles

15:00 horas - Festival de Sanfoneiros
17:00 horas: Festival de Repentistas / Cantoria
Lançamento do livro HEREDITARIEDADE do poeta Vinícius Gregório
A partir de 21:00 horas - Apresentação de ACORDE MATUTO, DELMIRO BARROS, NICO BATISTA e BANDA e outros artistas regionais.
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Versos de Valdir Teles:

Estado é pra defender
Todas classes sociais
Rico, pobre, preto ou branco
Que tenha menos ou mais
Que o Poder transforma os homens
Mas nós nascemos iguais

No período do Império
Os barões do feudalismo
Já se apoiavam nas leis
Que regem o capitalismo
Massacrando o proletário
E ferindo o socialismo

Quando acontece uma greve
Em defesa do salário
A polícia vai pra rua
Proteger o empresário
Dar segurança ao patrão
E bater no funcionário

Essa questão dos sem-terras
Podia ter solução
É porque quem não trabalha
Detém a terra na mão
E quem precisa da terra
Não tem um taco de chão

As leis deveriam ser
Criadas por todos nós
Analisadas por todos
Não só ricos e algoz
Por isso o rico é quem manda
Pobre nunca teve voz

Quando acontece um impasse
Entre o pobre e o barão
O Estado mesmo vendo
Que o pobre possui razão
Se ele não ficar omisso
Vai defender o patrão

Onde a burguesia impera
O pobre não vive bem
Liberdade e bem-comum
São teorias de alguém
Porque no capitalismo
Cada um vale o que tem

O Estado é uma máquina
Que tem seus operadores
O Presidente, os Ministros
Prefeitos, Governadores
Só falta usar o poder
Pra o bem dos trabalhadores

Onde o Estado é burguês
Quer a burguesia unida
A concentração de renda
Entre ela dividida
Nem que o proletariado
Fique sem casa e comida

Um país capitalista
Defende a lei dos credores
Beneficia os banqueiros
Ajuda os empregadores
Salva o latifundiário
E oprime os trabalhadores

Quinta-feira, 27 de Setembro de 2007

Vai um forrozinho bom aí?

Os meninos do VOZES DO CAMPO, de Tuparetama, estarão hoje na programação da FESTA DE ZÉ DANTAS em Carnaíba.

Quarta-feira, 26 de Setembro de 2007

Poetas Pernambucanos

Domingo, 23 de Setembro de 2007

Grandes Mestres Pernambucanos - ZÉ DO CARMO


ZÉ DO CARMO
[José do Carmo Souza]
1933, Goiana/PE

Filho mais velho de uma família de seis irmãos, Zé do Carmo faz desde menino brinquedos de barro para vender na feira. Os pais moravam nos fundos da Igreja da Misericórdia de Goiana, e ali ele teve os primeiros contatos com a imaginária católica. Morou em Recife, concluiu o curso ginasial e voltou para Goiana com a família, continuando na arte do barro ao mesmo tempo que trabalhava como sacristão na igreja do Rosário dos Homens Pretos.

Começa a fazer anjos "com cara de gente, e não de santo". Zé do Carmo foi estimulado por Gilberto Freire a criar um presépio nordestino, e chegou a fazer a escultura de barro de um Vovô Natalino sertanejo - em vez de Papai Noel - de 2m de altura, andando de carro de boi e não de trenó. A fase dos anjos nordestinos data dos anos 70. Dos anjos de barro que passou para a tela, vieram de início as cores creme, ocre, primeiro feitas com pigmentos da terra e pó de pedra, e depois com tintas industriais. Quando João Paulo II veio ao Brasil, a Arquidiocese lhe ofereceu de presente um conjunto de músicos nordestinos do artista, aos quais ele acrescentou um anjo cangaceiro. A arte de Zé do Carmo, plena de religiosidade e irreverência, vende hoje em galerias de arte apenas o suficiente para fazê-lo sobreviver.
"A situação do artesão no Nordeste é de penúria", constata.

Sábado, 22 de Setembro de 2007

Andar com fé eu vou....

Dois meses sumido... Raimundo "subiu".
Andou/andei desatento e destempossibilitado de blogar.
Mas agora acho que vamos adiante, com fé nada desfalece.

Para refletir antes de respirar

Da eterna necessidade

Publicidade de valor - CVV




Segunda-feira, 16 de Julho de 2007

36 anos de agitação cultural.

Atrações musicais da Festa Universitária de São José do Egito-PE:
Quarta-feira - Dia 18 : Banda Sabia Sensível /Telengo Tengo /Arreio de Ouro.
Quinta-feira - Dia 19 : Fim de Feira) /Delmiro Barros e Chora Nega)/Kara-a-Kara.
Sexta-feira - Dia 20: Val e Raízes do Pajeú) / Pinga Fogo) / Geraldinho Lins).
Domingo - Dia 22 : Asas da America /Kazacão de Couro/Luciene Melo.
[ ) recomendados do Raimundo! ]

Mais sobre a Festa Universitária de São José do Egito no site oficial.

CLÁSSICOS DO CORDEL - 2


Baixe o cordel completo no Domínio Público.

QUE BELEZA!



No site da Revista RAIZ fotos em homenagem aos 100 anos da xilogravura no cordel.

Pausa com P de poesia

Sexta-feira, 29 de Junho de 2007

LANÇAMENTO

Durante as festividades do SÃO PEDRO 2007 DE TUPARETAMA, no STAND DA CASA DA CULTURA o autor Jânio Guedes Cabral fará o lançamento do seu livro HISTÓRIAS DO POVO: uma coletânea de contos, versos e outras histórias, umas verídicas... outras nem tanto...

Venha prestigiar e participar.

Aos interessados que não puderem estar em Tuparetama, o autor envia o livro pelos Correios, o preço do livro é R$ 15,00 . Mande e-mail e endereço para janioguedes@yahoo.com.br.

Uma amostra dos causos contados por Jânio:
http://www.raimundopajeu.blogger.com.br/2006_05_01_archive.html#38624145

Sexta-feira, 22 de Junho de 2007

SALADA DE TOMATES PERNAMBUCANOS E GAÚCHOS


Ana do Roccana carimbou este blog com o selo do Blog com Tomates. Os blogs indicados devem ter a preocupação na defesa dos direitos humanos, pelo que entendi, mas nem sempre esse critério é seguido à risca. Andei espiando outros blogs agraciados e daqueles que pude visitar a grande maioria me agradou. Ou seja, Raimundo foi muito bem homenageado pela poeta gaúcha. Acho que tenho que indicar outros 5 blogs para o selo e comunicar à central geral. Alguns que eu indicaria de cara já foram indicados... mas estes, que também recomendo sem pestanejar, acho que ainda não estão tomatados:







Ainda no blog de Ana, a bela poeta gaúcha, li essa interessante crônica de Luciano Pires - jornalista, escritor, conferencista e cartunista - indicada pelo Zeca :


"... Pois recentemente estive em Recife e em Porto Alegre, onde pude apreciar atitudes com as quais não estou acostumado, paulista/paulistano que sou.

Em Recife, naquele centro antigo, história por todos os lados. A cultura pernambucana explícita nos out-doors, nos eventos, vestimentas, lojas de artesanato, livrarias. Mobilização cultural por todos os lados. Um regionalismo que simplesmente não existe na São Paulo que, sendo de todos, não é de ninguém.

No Rio Grande do Sul, palestrando num evento do Sindirádio, uma surpresa. Abriram com o Hino Nacional. Todos em pé, cantando. Em seguida, o apresentador anunciou o Hino do Estado do Rio Grande do Sul. Fiquei curioso. Como seria o hino? Começa a tocar e, para minha surpresa, todo mundo cantando a letra! “Como a aurora precursora / do farol da divindade, / foi o vinte de setembro / o precursor da liberdade” Em seguida um casal, sentado do meu lado, prepara um chimarrão. Com garrafa de água quente e tudo. E oferece aos que estão em volta. Durante o evento, a cuia passa de mão em mão, até para mim eles oferecem. E eu fico pasmo. Todos colocando a boca na bomba, mesmo pessoas que não se conhecem. Aquilo cria um espírito de comunidade ao qual eu, paulista, não estou acostumado. Desde que saí de Bauru, nos anos setenta, não sei mais o que é “comunidade”.

Fiquei imaginando quem é que sabe cantar o hino de São Paulo. Aliás, você sabia que São Paulo tem hino? Pois é... Foi então que me deu um estalo. Sabe onde é que os “ressentimentos passivos” se transformarão em participação ativa? De onde virá o grito de “basta” contra os escândalos, a corrupção e o deboche que tomaram conta do Brasil? De São Paulo é que não será. Esse grito exige consciência coletiva, algo que há muito não existe em São Paulo. Os paulistas perderam a capacidade de mobilização. Não têm mais interesse por sair às ruas contra a corrupção. São Paulo é um grande campo de refugiados, sem personalidade, sem cultura própria, sem “liga”. Cada um por si e o todo que se dane. E isso é até compreensível numa cidade com 12 milhões de habitantes.

Penso que o grito – quando vier - só poderá partir das comunidades que ainda têm essa “liga”. A mesma que eu vi em Recife e em Porto Alegre. Algo me diz que mais uma vez os gaúchos é que levantarão a bandeira. Ou talvez os Pernambucanos. Que buscarão em suas raízes a indignação que não se encontra mais em São Paulo. Que venham, pois. Com orgulho me juntarei a eles."

Eita, como é bom cantar essa!

Quarta-feira, 20 de Junho de 2007

Nas alturas

O JORNAL HOJE desta quarta-feira exibiu uma boa matéria de Beatriz Castro enfocando o trabalho e o espetáculo junino da CDPT em pernas-de-pau. Mostrou em poucos minutos a importância cultural da Cia de Danças Populares de Tuparetama e a alegria contagiante dos artistas. Quem não viu o vídeo ou deseja revê-lo pode acessar a página do Jornal ou o vídeo da reportagem.]

Terça-feira, 12 de Junho de 2007

É HOJE

Estou curioso para ver essa série de 5 capítulos e para conferir a participação do meu conterrâneo e amigo Flávio Rocha, do elenco. Falamos sobre a série, sobre o livro e sobre Flávio num post de janeiro, do blog anterior.

JABÁ.

UI, UI, UI !


Forrozim sacaneador esse do Ton!
Mas quem de nós nunca dançou conforme essa música?!
O Prefeito

Ton Oliveira

Mamãe, agora eu quero ser prefeito
Garanto que vou me candidatar
Do jeito que já sei mentir bastante
Acho que de hoje em diante minha vida vai mudar

Pra quem me apoiar eu dou abraço
Se falar mal de mim eu dou dinheiro e ele muda
E vai ficar tudo do mesmo jeito
Se eu ganhar para prefeito
É o mesmo "deus-nos-acuda"

E vai ficar tudo do mesmo jeito
Se eu ganhar para prefeito
É o mesmo "deus-nos-acuda"

É a cidade esburacada (ai ai ai)
E o povo vivendo mal (ui ui ui)
Mas quando a coisa ficar preta
Eu invento uma micareta
E faço aquele carnaval

Trago um conjunto da Bahia (ai ai ai)
Pago mais do que ele merece (ui ui ui)
Se pagar 100, digo que foi 500
Desviando os 400 meu saldo banqueiro cresce

Aí o povo esquece tudo (ai ai ai)
E no embalo desse som (ui ui ui)
A cidade fica feliz
E ainda tem gente que diz:
"Eita, que prefeito bom!"

A cidade fica feliz
E ainda tem gente que diz:
"Eita, que prefeito bom!"

ANTES TARDE DO QUE TARDE DEMAIS